Foto: Reprodução da internet

Gravidinhas costumam estar cheias de preocupações para quando o bebê (ou os bebês) nascer. A preparação do quarto onde as crianças vão ficar é questão importante. Demanda planejamento e tempo, pois esse espaço precisa ser aconchegante e agradável.

Com dupla experiência no assunto, Vanessa Pepe, arquiteta e mãe de gêmeas, diz que a projeção deste ambiente inicia por volta do quinto mês de gestação. “Algumas famílias adaptam um espaço já existente na casa, como escritório, quarto de hóspedes, sala ou até mesmo já possuem o quarto da criança”, afirma.

Para a arquiteta, o primeiro passo após a definição do local é pensar na infraestrutura e pontos elétricos do quarto. “A gente sempre precisa ligar alguma coisa, seja abajur, inaladores e babá eletrônica. Não podemos usar adaptadores, pois o local é frequentado por crianças”, aponta. Portanto, todas essas modificações precisam ser bem pensadas e realizadas antes do parto. “Obra com bebê não é nada fácil”, alerta.

Outras prioridades a serem avaliadas, conforme Vanessa, é se o banho será dentro do quarto e onde será a área de amamentação. Isso vai facilitar no momento de organizar a disposição dos móveis e quais serão eles. “Temos que levar em conta a adequação do quarto para crianças de 0 a 10 anos”, lembra a profissional.

Para a Vanessa Pepe e sua colega, a engenheira civil Patrícia Brenner, hoje em dia não se usa mais móveis do mesmo estilo e fabricante. “Mesclamos peças novas e aproveitamos o que o cliente possa ter em casa, como uma poltrona, por exemplo”, acrescenta a arquiteta.

Menos é mais
Rosa e Azul já não estão mais entre as cores queridinhas para a pintura dos dormitórios de bebês. “A gente foge das cores clássicas e trazemos algo mais leve para a mãe e o filho ficarem bem no ambiente”, destaca Vanessa. Patrícia revela que preto, cinza e tons terrosos estão em alta para estes espaços.

O enxoval também ficou mais leve na atualidade e o número de bichos de pelúcia diminuiu e por isso Vanessa diz que menos é mais. Isso serve também para a iluminação, a qual deve ser mais indireta. Mesmo em tempos modernos, as formas clássicas de organizar o quarto da criançada permanecem e estão na moda. “Antigamente era tudo mais pesado, mas o clássico evoluiu e é tendência porque foi modernizado. Trabalhamos com linhas mais leves, retas, além dos papeis de parede de lambril”, aponta Vanessa.

Entre as dicas das duas profissionais estão o uso de cortinas hipoalergenicas, papeis de parede lúdicos como os de numerais, por exemplo. Além disso, a recomendação é não utilizar tapetes no quarto, seja pela segurança ou pela higiene do ambiente.

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