Da esqueda para direita: Aida da Silva Steigleder, Iana Steigleder, Ane Steigleder, Sônia Teresa de Oliveira e Júlia Steigleder Zanatta. Fotos: arquivo pessoal

Na última quinta-feira, 26, foi comemorado o Dia dos Avós. A data é celebrada no Brasil e em Portugal e foi escolhida por ser dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

Figuras doces, que mimam os netos e se desdobram em três para agradar a toda família. Aqueles que muitas vezes (e provavelmente) cuidaram de você enquanto seus pais trabalhavam; que cozinham com excelência, constroem balanços e casas em árvores, xingam e chamam a atenção e que dão os melhores abraços possíveis.

Os avós são parte essencial na vida de uma pessoa, tendo contribuído para o crescimento pessoal e construção de personalidade e caráter. É fato que muitos, por motivos diversos, não tiveram a oportunidade de conviver com eles.

Outros tantos, porém, foram criados por essas figuras tão importantes do círculo familiar. E mesmo que o dia de celebrar tenha sido ontem, nunca é tarde para abraçar e demonstrar todo o seu afeto por eles. Não desperdice a chance!

Iana Steigleder, 30 anos, conta que muito de sua criação teve contribuição das avós Aida da Silva Steigleder (paterna) e Sônia Teresa de Oliveira (materna). “Elas são maravilhosas. Não sei o que faria sem elas. São mães, avós e bisas perfeitas”, derrete-se. Com os avôs, conta que também teve a oportunidade de convivência. Porém, com o materno Celir Augusto de Oliveira, a convivência foi menor do que com o vô Luis Omar Steigleder. “Mas suficiente para também nutrir boas lembranças de infância, de quando íamos na chácara em que morava”, salienta.

Sobre as matriarcas, os melhores adjetivos possíveis para descrever. “Vós com açúcar”, o principal deles. Iana conta que a vó Aida chega a tirar dela para doar aos netos – que não poucos. “Ela é muito especial porque sempre tenta estar presente nas nossas vidas. Não se esquece das datas de aniversários, liga… E em tudo que pode ajudar sempre se prontifica. Tenta resolver todos os problemas da gente e sempre que “aperta” alguma coisa, lembramos dela. Isso a torna tão especial a ponto de ser tudo para mim. Meu coração é dela”, declara-se.

Já a avô Sônia, Iana relembra que passou boa parte da infância, mas que agora estão um pouco afastadas. Contudo, o amor e as boas recordações permanecem mais preservadas do que nunca. “Recordo que ela fazia comida para nós em cinco minutinhos. Sempre tinha refeição quentinha. Nunca há tempo ruim. Na verdade, a comida das duas é maravilhosa, não tem quem negue. Os nossos avós sempre fizeram de tudo por nós; para nos ver feliz. Tanto paternos quanto maternos. Só espero que quando eu for avó, consiga transmitir um pouquinho do que recebi para os meus netos. Isso de ser vó com açúcar, sabe?!”, conclui.

Amor maior
Filha de Iana, Júlia Steigleder Zanatta, 15 anos, relembra com emoção da avó paterna Teresa Zanatta, já falecida. “Ela morreu quando eu era pequena, mas lembro de vê-la fazendo pão de cobrinha com nós. Nos olhinhos, ela colocava feijão. Era muito bom e ela era linda”, destaca.

Júlia Steigleder Zanatta com a vó já falecida Teresa Zanatta. Foto: arquivo pessoal

Mesmo com a dor da perda, nutre o sentimento de felicidade por conviver com a avó materna Aurora Rosane de Oliveira. “Que é minha parceira. Ajuda eu e minha mãe. Auxilia com meus estudos, vamos ao cinema, comemos sorvete e jogamos carta. Fora que ela me liga todas as manhãs antes de eu ir para a escola para me dar bom dia e saber como estou. Certamente é a melhor vó do mundo, e eu a amo muito”, termina.

Júlia Steigleder Zanatta beija a
avó materna Aurora Rosane de Oliveira. Foto: arquivo pessoal
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