Medo é estado emocional que surge em resposta a consciência perante uma situação de eventual perigo. Esse perigo pode ser real ou imaginário. Essa é uma das emoções mais primitivas que o ser humano sente. Ambas as sensações são “processadas” no cérebro, no sistema límbico, especialmente pela região chamada “tálamo”.
O medo é uma sensação que tem como consequência a liberação de hormônios como a adrenalina, que causam imediata aceleração dos batimentos cardíacos. É uma resposta do organismo a uma estimulação aversiva, física ou mental, cuja função é preparar o sujeito para uma possível luta ou fuga.
O medo é uma sensação de alerta de extrema importância para a sobrevivência das espécies, principalmente para o ser humano. Normalmente, para surgir o medo é necessária a presença de um estímulo que provoque ansiedade e insegurança no indivíduo. Porém, em determinadas situações, o medo pode se desencadear apenas a partir da ideia em relação a algo que seja desagradável.
Nos seres humanos o medo também pode ser provocado por razões sem fundamento ou lógica racional, quando estão baseados em crenças populares ou lendas. O medo de monstros, por exemplo.
Existem diferentes tipos e níveis de medo, que podem ir desde uma ligeira ansiedade ou desconforto até o pavor total. As respostas do organismo também se apresentam de diferentes modos de acordo com a intensidade do medo.
Medo patológico corresponde a um alarme desmensurado, tanto na sua ativação como na sua regulação. Esse medo pode ser demasiadamente forte, sem flexibilidade, um mecanismo tudo ou nada.

Conhecer o mecanismo do medo pode ajudar a fazê-lo desaparecer ou, pelo menos, a controlá-lo mais facilmente.
• Distinguir os medos que são benéficos dos maléficos. Medos que alertam sobre perigos com a finalidade de nos libertar dele. É um medo saudável. Os medos que nos desencorajam e paralisam são maléficos.
• Se não houver nenhuma ameaça real, tente respirar de modo lento e profundo para reduzir a sensação de medo.
• Está demonstrado que o exercício físico é um antídoto para a angústia, proporciona, além disso, uma nova relação com o corpo e com as sensações que dele resultam.
Uma das artimanhas mais traiçoeiras usadas pelo medo para debilitar a nossa força é o fato de nos identificarmos com ele e de nos sentirmos envergonhados. Isso condena-nos ao silêncio e secretismo, o que nos impede de procurar ajuda.

Lembre-se:
Combater o medo sozinho pode ser muito difícil! Caso esteja com incapacidade de trabalhar, realizar atividades do dia a dia, batimento cardíaco acelerado, falta de ar, dor de estômago ou sensação de pavor, nesse caso, procure ajuda.

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