Toda a transformação inicia internamente, de dentro para fora. Podemos pensar no estourar de uma pipoca. Inicialmente, um grão de milho, que quando aquecido estoura, liberando a pressão e assumindo o formato tão famoso da pipoca.
Com grande frequência, as pessoas esperam que para uma relação ou situação melhorar o outro deve mudar, o outro deve fazer coisas de uma forma diferente, entretanto, dificilmente há uma disposição interna para também olhar para si e checar como contribuímos para a continuidade da situação.
Para que ocorra uma transformação efetiva são necessários alguns passos.
Primeiro passo: ter um anseio de mudar para um novo estado escolhido e desejado. Um aspecto importante é que deve existir uma intenção genuína para a mudança.

Segundo passo: ter um propósito claro e inspirador. Que funcionará como um grande atrator para onde queres ir. Quanto mais fizer sentido, quanto mais se conectar com o propósito interior e sonho pessoal, mais energia e mais engajamento na jornada.

Terceiro passo: conectar-se com a qualidade da dinâmica relacional. No coletivo podemos nomear este elemento como a cultura do grupo. E a ciência revela que a capacidade de um sistema humano para transformar e evoluir é definida pela qualidade das relações entre seus membros. 

Quarto passo: elementos estruturantes. No campo da relação entre pessoas, esta estrutura se manifesta através de combinações para conviver. Os famosos cachorros de dois donos, que ficam gordos ou morrem de fome, enquadram-se aqui, quando esse item não é bem trabalhado.

Quinto passo: empenho sobre o movimento de transformação.
E, acima de tudo, a coerência para todos os passos anteriormente mencionados. E quanto maior a coerência, maior a força e velocidade para a transformação desejada.
Os caminhos para evoluir e se transformar não são únicos. 

Permita-se tentar!!!

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