foto: reprodução internet

Uma das funções mais importantes do médico pediatra e de outros profissionais que lidam com a saúde da criança, é saber orientar o Grupo Familiar, e em especial o pai e a mãe , sobre como escolher, adquirir, preparar e administrar os alimentos ao seu filho. Essa alimentação deverá ser balanceada, completa e equilibrada. Deve conter proteínas, carbohidratos e lípides, vitaminas, fibras, minerais, oligoelementos, e água.
E a escolha desses grupos de alimentos deveria ocorrer no 2º semestre de vida da criança. E aí aparecem muitas interferências sobre a criança. Surgem os palpites, as ideias, as experiências de quem já teve filhos. Todos querem ajudar os pais, especialmente pais de 1º filho. Os avós querem ajudar, pois já criaram seus filhos, e revivem junto com esse neto(a), seu passado recente. Os padrinhos, os amigos, os blogs da internet, os Wapp dos amigos, os colegas de trabalho: todos querem ajudar. Mas isso só faz aumentar as duvidas nos pais dos pequenos.
Claro que o que acontecia há 30 anos, não serve completamente agora. Mas os conceitos alimentares seguem sempre uma lógica biológica. Contudo, mesmo entre os pediatras não existe um conceito 100% de acordo, pois algumas Escolas Médicas indicam que as mães devem colocar alimentos junto ao seu Leite Materno, a partir dos 6 meses de vida da criança. Outros, a partir dos 9 meses. Outros ainda, a partir de 1 ano, ou mesmo depois. O que interessa mesmo, é respeitar a individualidade da criança. Pois todos são diferentes. Mesmo entre irmãos. E mesmo entre gêmeos.
O que é intocável mesmo é a importância do Leite Materno, e que se esse estiver produzindo um razoável desenvolvimento, deve ser motivo para adiar alguns alimentos, principalmente o sal. Aliás, o sal deve ser colocado minimamente em qualquer alimento, por múltiplas razões.
A escolhas dos sucos de frutas, de legumes, deve sempre respeitar a sazonabilidade: usar os sucos de safra. E claro, respeitar, e se adaptar à cultura local, a situação sócio-econômica da família e da criança. Temos todos que respeitar também o apetite da criança, que pode ser diferente do apetite dos pais. E a frase “coma tudo o que está no prato” deve ser evitada, por óbvio.

Simples assim!

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