Foto: reprodução internet

Agora em dezembro, janeiro e fevereiro, nos meses de férias escolares, as crianças apresentam doenças típicas dessa época. A começar pelas infecções intestinais, que podem ser bacterianas ou virais. E se entende bem , pois o calor faz os alimentos não refrigerados e doces produzirem alterações nos intestinos dos pequenos. Surgem então os vômitos, as diarreias, as dores abdominais. Nesses casos, as melhores recomendações são : não guardar alimentos fora da geladeira, combater moscas e baratas, que são grandes vetores de infecções.
Quanto menor a criança, maior o risco para uma gastroenterite, desidratação aguda, etc. E mesmo o risco de necessitar uma internação hospitalar é maior nas crianças até dois anos de vida. Ao primeiro sinal de mudança nas fezes, tipo diarreia, ou mesmo cólicas e vômitos, vá ao seu pediatra. A procura de uma causa deve ser sempre investigada, pois não há efeito sem causa. Tudo tem uma explicação. Nesse caso, o uso do leite materno nos pequenos até um ano, torna-se um grande protetor das infecções intestinais.
O sol é fonte de calor, de vida, de raios ultravioleta, e, claro, de queimaduras. A praia, beira de piscina, banhos de rio, açudes, chamam os pequenos. Que claro, devem ser bem protegidos com cremes de fator no mínimo 50. A vermelhidão, o calor local e depois a escamação da pele vão acontecer. E os pequenos de pele mais clara, com menos melanina, devem receber mais vezes ao dia, essa proteção indispensável.
A água, a hidratação, é fundamental. Quanto menor a criança mais água deve ser oferecida, pois mesmo mantendo criança em quarto com ar condicionado a 23 o.C, ela pode se desidratar, apresentando sonolência, suor excessivo, prostração. Água, chás de vários tipos, sucos de frutas naturais , puros ou misturados com água, devem ser dados de hora em hora. Os rins dos pequenos podem sofrer com a carência de líquidos, que não podem faltar nunca nesses meses de verão.
Simples assim.

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