Valdirene ganhou Rainha de Montenegro, no evento Festa & Festa, em 1987

Quem é rainha nunca perde sua majestade, não é mesmo? As soberanas de Montenegro e Maratá estão aí para comprovar essa afirmação. O sonho de muitas mulheres, sem dúvida, é representar seu município. E o papel das rainhas e princesas vai muito além de ganhar um concurso de beleza. É uma importante oportunidade de se colocar em lugar de destaque, conhecer mais sobre a história de sua cidade e ser protagonista em sua transmissão.

Desde que nasceu, em 1969, Valdirene Vedoy  Santiago Caetano participou de diversos concursos de belezas. Mais Belo Bebê de Montenegro, Primeira Prenda adulta,  CTG  Estância do Montenegro, Primeira Princesa da Escola São João Batista, foram apenas alguns deles.

Mas foi o título de Mais Bela Torcedora de Futebol Montenegrino, da Liga Montenegrina de Futebol , em 1987, que a levou até a coroação como rainha da cidade, na Festa & Festa, no mesmo ano.

Representado a entidade, ultrapassou outras 20 finalistas. “Eu ia acompanhando as eliminatórias das candidatas no jornal Ibiá e achava tão bonito aquilo. Porém, nunca imaginava que eu chegaria à final do concurso. Eu não esperava por isso”, confessa.

Muitas orações, para ganhar e não decepcionar as expectativas do público, maquiagem e vestimenta leve, para mostrar sua autenticidade, contribuíram para o triunfo.

“É preciso estar bastante disponível para os eventos”
Em 2012, Thayane Moreira Réquia, 25 anos, ganhou a faixa de 2ª princesa de Montenegro. E foi por dois convites recebidos de amigas que resolveu arriscar no concurso. No começo, de acordo com a jovem, a ideia não foi bem aceita.

E entre preparações, com ensaios e aulas sobre a história de Montenegro, foi sentindo a ansiedade de participar de uma seleção. “E ganhar foi uma surpresa. E, sem dúvida, também um grande aprendizado; amadureci bastante. Aprendemos a respeitar as outras candidatas, que tem opiniões diferentes”, pontua.

Thayane Moreira Réquia, segunda princesa de Montenegro em 2012, ainda guarda vestido e faixa. Foto: arquivo pessoal

Thayane destaca que vencer abre muitas portas, e que algumas candidatas seguiram, inclusive, carreira de modelo. “Tentamos fazer o melhor. E para representar o município, é importante saber falar bem, destacar os pontos fortes da cidade e gostar de onde se vive. É preciso estar bastante disponível para participar de todos os eventos”, termina.

Foto: arquivo pessoal

“O sonho de ser soberana sempre esteve presente em mim”
Jordana Marmitt, 21 anos, foi eleita rainha da Oktoberfest de Maratá, em 2015. “O sonho de ser soberana da festa máxima do município sempre esteve presente em mim. Desde criança existia o desejo de representar a cultura alemã e a Oktoberfest”, salienta.

Tendo participado de apenas um concurso antes, de Garota Estudantil, aos 14 anos, foi quanto surgiu a oportunidade. “E não pensei duas vezes. Eu me inscrevi e me dediquei durante toda a preparação. No dia da escolha curti ao máximo o momento e fiquei realizada com o título. E é uma responsabilidade muito grande”, explica.

Foto: arquivo pessoal

De acordo com a jovem, o título traz muitas oportunidades e conhecimentos. “Mas principalmente nos possibilita conhecer diversos lugares, cidades, culturas e pessoas. Ser soberana é muito mais do que carregar o título e a coroa, é com muito orgulho e amor representar a cidade, a cultura e principalmente a maior festa alemã do Vale do Caí”, pontua.

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